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30 de jan. de 2010

O Fenômeno Colheita Feliz

10000 Sei reconhecer uma anomalia quando me deparo com ela e, sem dúvida, esse “joguinho” é uma, pois 10.000 acessos num blog com apenas uma semana de vida, sem veiculação de propaganda alguma… isso é impressionante!

Comecei de brincadeira e continuo sem maiores pretensões, porém reconheço e reafirmo que CF pode ser utilizada como referência nas mais diversas áreas: da administração, passando pela matemática e alcançando até mesmo a psicologia e a sociologia.app_hf_logo

Diante do franco processo de inclusão digital que acontece no Brasil, podemos encontrar nessa “massa” de jogadores os mais diversos tipos de perfil: daquele que acessa de uma LAN House ao que gasta R$ 300,00 por mês com moedas verdes. Todos plantando sementes digitais e se relacionando virtualmente.
É lastimável que o termo “roubo” esteja sendo o centro de toda essa atividade: sou incentivador de que tal termo seja substituído o mais rápido possível pelo termo “coleta”, pois tenho certeza de que será algo bem menos nocivo ao amadurecimento das crianças que atualmente se divertem com essa atividade.
Onde está escrito “tantos objetos roubados”, não seria melhor aparecer “tantos objetos coletados”? E, daí por diante… estaríamos evitando que boa parte de toda uma geração passasse a achar o verbo “roubar” como algo comum, vantajoso, praticável, divertido.

A empresa detentora dos direitos de CF no Brasil, a paymentez, parece que não estava pronta para um sucesso tão retumbante e nós, os usuários, vivemos sofrendo com as mais diversas e bastante freqüentes falhas do servidor onde ocorrem as operações do jogo.
O “jeitinho” brasileiro pode ser visto até mesmo quando a empresa tenta inovar: desde ontem foram alteradas algumas características de vários objetos do jogo, no intuito de customizá-lo para o carnaval, porém os sprites utilizados neste processo são muito mais caricaturais que os originais apresentados anteriormente e um detalhe gritante que surgiu foram as (horríveis) sombras acinzentadas nas plantas: o modelo anterior era feito em matizes de marrom escuro e, provavelmente com algum grau de transparência, se adaptava ao desenho marrom claro do solo.animatizes
A pequena animação ao lado ilustra claramente o que é dito neste parágrafo: a sombra das plantas da fileira superior é alterada enquanto as outras se mantêm.

Com a utilização destas caricaturas tão rústicas, somos levados a crer que a empresa está, praticamente, declarando que não acredita no poder de observação de seu público e, muito menos, na necessidade de que seus serviços tenham a famosa “excelência de qualidade”: o excesso de informações que dificulta a identificação de pestes e pragas e o visual poluído não foram levados em consideração na hora da mudança.confuso e poluído
A paymentez deve apostar que quem gastou dinheiro para adquirir moedas verdes ou que esteja em um nível mais avançado não vai querer protestar excluindo o aplicativo, obrigando a todos que engulam qualquer porcaria daqui para frente, SEM PROTESTAR!
Afinal, isto é só um joguinho casual… qualquer coisa serve!

Ainda nas questões sobre qualidade, temos provas de que as traduções que aparecem no decorrer do jogo de forma alguma primam pela correção: parecem ter sido feitas de maneira desatenta e apressada, permitindo erros grotescos até mesmo na medição de tempo de ação de alguns produtos fundamentais ao desenvolvimento estratégico do jogo.

De qualquer forma existe atualmente um público de mais de um milhão e meio de usuários ávidos por novidades e desafios, capazes de trocar seus reais verdadeiros pelas famosas “moedas verdes” e, sem dúvida, fazer o brasileiro gastar dinheiro com um jogo on-line é um verdadeiro fenômeno!

O futuro de CF é uma incógnita: recentemente foi disponibilizada pela própria paymentez uma versão beta do que deveria ser um aprimoramento deste aplicativo (Colheita Feliz – Recomeço) com algumas modificações e gráficos mais simplificados, porém total a lentidão do sistema e a perspectiva de ter que gastar ainda mais dinheiro real para conseguir outras “moedas verdes” têm sido um empecilho para o crescimento da popularidade dessa versão.
Se formos observar o caminho de diversas outras “febres” eletrônicas e digitais do passado como o Atari, as BBS, os tomagochi (avós da CF!)  e o ICQ, podemos ter praticamente a certeza de que mais cedo ou mais tarde essa moda será substituída por outra. Portanto aqueles que estão pensando em plantar e colher seus próprios pixels, é bom começar rápido, pois a competitividade de alguns jogadores é alta e alcançar os níveis mais elevados exige tempo, capacidade de administração, uma boa rede de contatos e, ocasionalmente, dinheiro real.

Até aqui está bom! Pode mandar pra imprensa!

Como autor de blogs, sei muito bem que isso aqui, com apenas uma semana de existência, não é nada… mas, se um dia chegar a ser, eu devo agradecer muito e em primeiro lugar ao Senhor Deus, que me protege e dá força, saúde e inteligência.
“Segundamente” tenho que agradecer muito à minha querida esposa, a dona da fazenda, que me impediu de excluir o aplicativo por mais de uma vez e que esteve sempre um nível a minha frente até hoje (enquanto ela foi trabalhar eu consegui, com as dicas do Thiago, ultrapassá-la pela primeira vez!).
E agradeço também, é óbvio, a todos aqueles que participaram até agora com sugestões, comentários e boa vontade.

Por outro lado, neste país temos a cultura da depreciação: quando alguém se destaca por realizar qualquer coisa com esforço, dedicação e, principalmente, qualidade, desperta sentimentos malignos em algumas pessoas.
A estes agressores anônimos que se expressam através de comentários ofensivos: por favor, isso aqui não passa de um simples blog sobre um joguinho casual e nem merece sua atenção… voltem a chafurdar no lamaçal de suas ignorâncias e preconceitos que será a melhor coisa que farão!

Aos bons, um abraço!

29 de jan. de 2010

Não Roubamos Mais!

ladrao-de-galinhas Aqui em casa sempre houve um certo desconforto quando usamos o termo “roubar”: verdadeiramente não gostamos dele, principalmente depois que nossa sobrinha de 5 anos, filha do meu cunhado, nos visitou certo dia e disse sorrindo:

— Meu pai bem te roubou hoje de manhã!

Que coisa horrível para uma criança dizer daquela forma tão sorridente
Isso nos deixou ainda mais preocupados com a inversão total de valores que está ocorrendo na sociedade como um todo: agora os ladrões somos nós, que jogamos CF? Os políticos viraram o quê? Heróis?

Então, depois de muito refletir e discutir, chegamos a um consenso: para evitar que sejamos erroneamente enquadrados nos artigos 155 ou 157 do código penal brasileiro… vamos parar de roubar! Definitivamente!

Agora aqui em casa somos apenas “coletores”!
Todas as vezes que virmos algo interessante na fazenda de nossos amigos, vamos coletar amostras!
Eu sei que fica parecendo que vamos fazer exame de fezes em todos vocês, mas é bem mais bonito falar “eu coletei” do que “eu roubei”!

Ainda há o fato do “Assistente da Fazenda” estar com problemas desde ontem, mostrando apenas uma ou duas linhas: antes nós ajudávamos primeiro para depois COLETAR, mas se continuar assim vamos começar a fazer o inverso: vai parecer que somos os maiores bonzinhos do mundo! Vivemos para ajudar!

Portanto, daqui para frente, caso constatem que nossa visita às suas fazendas  foi seguida do recolhimento de algum material… saiba que o(s) produto(s) desaparecido(s) não foi (foram) roubado(s), mas sim COLETADO(S)!

Tenho quase a certeza de que se os meliantes passassem a usar termos menos chocantes, haveria bem menos violência no mundo. Imaginem a situação:

— Com licença, senhora! Estou seguindo seus passos desde que deixou seu carro no estacionamento e agora, aqui neste beco deserto, preciso expressar minha intenção de coletar os bens que possui em sua bolsa…

— Pois não, senhor! Mas, por favor, deixe minha documentação intacta para que, no caso do senhor decidir utilizar a arma que empunha, eu não venha a ser enterrada como indigente!

— De forma alguma, senhora! Sua colaboração é muito importante para nós! É melhor coletar pouco, mas deixar o espécime vivo para que se colete sempre!

— Ó… por favor, não leve meus medicamentos, pois ainda estou consumindo tamiflu, por causa da gripe suína que contraí recentemente. Espero que em nosso breve contato o senhor não tenha sido infectado pelo vírus…

— Agradeço pelo aviso e pelos… oitenta… e cinco… deixa eu ver as moedas… e seis… e sete… oitenta e oito reais e vinte e cinco centavos que pude coletar enquanto revistei seus pertences. Estimo sua plena recuperação e, por favor, não siga adiante neste beco, pois há um concorrente meu alguns metros adiante e não seria de bom alvitre encontrá-lo sem material algum para ser coletado.

— Muito obrigada pelo aviso e… espere! Tome aqui: eu tinha uma nota de cem dentro do sutiã… sabe como é, está tudo tão perigoso!

— Já que a senhora oferece… eu aceito! Pensando melhor… eu tenho duas famílias e estou arrumando um caso lá nas quebradas do Muquicim… esse seu sutiã é muito bonito! Poderia cedê-lo para que eu presenteasse minha concubina?

— …

Mais tarde, na delegacia, a mulher presta queixa vestida apenas com uma toalha que arrumaram com alguém que se compadeceu de seu estado de nudez. O delegado, surpreso pelo fato de não ter havido um estupro, questiona:

— Quer dizer que… além de roubar seus valores… o meliante ainda conseguiu levar toda a sua roupa?!?

Então, traumatizada pela recente experiência de ter se descoberto nua em pleno centro daquela grande cidade, a mulher, em choque e ainda com os olhos brilhantes das lágrimas de pânico e vergonha, dá um profundo suspiro e responde:

— Mas ele era tão educado…


Vamos tornar esse mundo um lugar mais civilizado!!!

Um abraço!

28 de jan. de 2010

Zóia Só! (1ª e, talvez, única edição)

Quem viu uma colheita… já viu todas?
Até ontem eu pensava que sim, mas o dia foi surpreendente e alguns contatos inesperados expandiram bastante minhas expectativas sobre a CF e seus jogadores.

Quando aparece a terrível colheita das neves (tela branca), surgem também dois marcadores completos: o de experiência no nível 121 e o de popularidade no 131.
Eu imaginava que estes números marcavam o final do jogo… o “nirvana” CF e, diante de tanta gente querendo ganhar níveis tão rapidamente, ficava me questionando o motivo de correr tanto para “bater no topo” e parar.
Sem a perspectiva ou a possibilidade de crescer, o jogo já não deveria continuar tão divertido…

Não sei se vocês fazem a mesma coisa, mas quando estou precisando de apenas poucos pontos para subir de nível, vou procurando pestes, pragas e secas até a última pessoa da lista de “Amigos da Fazenda” (doravante, apenas “LAF”).
Geralmente há muita gente que pensou em começar a jogar, mas parou sem nem ver a mecânica do jogo. Estas pessoas costumam deixar um “L” de nabos que proporciona, de vez em quando, uns terreninhos para regar.
Mas eu tenho uma amiga que conseguiu bater o recorde de feiura e inutilidade para CF… vejam bem, gosto muito dessa amiga, mas todas as vezes que passo pela fazenda dela fico meio revoltado. Olhando vocês vão entender:

feia e inutil

Tem dois restos de planta lá faz mais de um mês! Eles nem o terreno deixam secar! Já até pedi pelo MSN para ela remover essa feiura e plantar uns seis nabos… ou então excluir o aplicativo!
Então, inaugurando a revista digital “Zóia Só”, está a foto da fazenda mais feia e mais inútil que eu já vi e, por favor, não quero ver piores!
Se essa pessoa não fosse tão legal eu bloqueava ela só para não ter que passar novamente por essa desgraça!

Por outro lado, numa coluna social não podem faltar as celebridades e, no nosso caso, não poderia de figurar um registro da fazenda do comentadíssimo Geeh Bilhalva, ganhador do concurso promovido pela paymentez em dezembro de 2009 e que recentemente foi entrevistado pelo CFEJ:

geeh[1]

Vale notar que todas as fazendas aqui foram registradas sem aviso prévio e, a menos que seus donos expressem interesse contrário, NÃO TERÃO links para o perfil de seus respectivos donos no Orkut, resumindo-se a (tentar) citar apenas o nome de seus proprietários.

Como disse, ontem foi um dia surpreendente e fui contatado e adicionado pela simpaticíssima ℓαℓυηηα, que tem uma das fazendas mais “cute-cute” que eu já vi:

lalunna[1]

Minha esposa ficou apaixonada pela cachorrinha que solta corações pela boca e essas banheiras, senhoras e senhores, são os locais de onde se cultiva o tão cobiçado e questionado CAVIAR.Como nunca havia visto até então, estava prestes a escrever uma postagem só para espinafrar a paymentez por estar fazendo milhares de adolescentes pobres no Brasil acreditar que caviar dava em árvore… diante dessa solução (no mínimo interessante) não há mais motivos para reclamação.

Houveram outros contatos e cada um que entrava assumia imediatamente o 1º lugar na minha LAF, deixando minha querida amiga Ana Paula (minha ex-top, L37) cada vez mais longe do top… na seqüência: Fernando César (L42), Orgastic (L45) e a já citada ℓαℓυηηα (L54).

Já havia passado da meia noite quando me contatou um tal de Thiago Henrique… não sou de frescuras e aceitei o pedido de adição, clicando em seguida no famoso “botão mata-null”.Não fiquei muito surpreso ao ver este jovem surgir na primeira posição da minha LAF… imaginei que fosse alguns níveis adiante da ℓαℓυηηα…

Quase caí para trás ao ver que o nível dele era “somente” o dobro mais 15!! Isso mesmo: L123!!!! Vejam com seus próprios olhos:

thiagohenrique[1]

Diante dessa verdadeira anomalia, tive que arrumar um jeito de entrevistar esse jogador… imaginei até que seria o dono da paymentez…não era!

O Thiago tem apenas 16 anos é estuda Sistemas da Informação. É óbvio que todos desconfiam de algum truque quando se deparam com um nível tão elevado, mas minha conversa com ele foi surpreendentemente reveladora e revelou um jovem possuidor de um dom matemático bastante evoluído, que me deu dicas importantíssimas e de uma simpatia e desprendimento muito grandes.Parabéns por tudo, Thiago, e saiba que no decorrer do tempo pretendo publicar algumas das valiosas dicas que me deu! Você me provou que ainda há alguns jovens com a mente funcionando para coisas boas!

Essa conversa despertou em mim a idéia de que CF pode ser muito mais que um “joguinho”: há noções de administração (de finanças e de tempo) e matemática. Observando “de fora”, sem dúvida CF pode ser tema de alguma monografia ou estudo sobre relações sociais, psicologia… de repente eu vi possibilidades que, até ontem, estavam passando por mim sem que eu as visse!

top16[1]

O Thiago também disse acreditar que existem pessoas com o nível maior que o dele no Brasil… eu já estou imaginando fazer algo que, sem dúvida, será capenga (já que não tenho como adicionar todos os jogadores do Brasil), mas que pode servir de base para que os leitores desse blog possam ter uma idéia de como estariam se a paymentez tivesse a idéia de divulgar um ranking geral brasileiro: o TOP 16 CFEJ! Atualmente ele ficaria assim:

O que acham da idéia? Seria melhor um TOP 20, um TOP 10? É a primeira vez que vou testar a interatividade do público aqui neste blog e espero que as respostas cheguem logo, assim como as possíveis sugestões.

Ah! Será que as pessoas que estão no ranking e não foram mencionadas na postagem conseguem se reconhecer?

São muitas idéias que podem dar samba… ou não! Aguardo a participação da galera e para aqueles que quiserem figurar nesta lista: ao pedir para me adicionar, por favor, informar o nível que se encontra!

Um abraço!

27 de jan. de 2010

Null, O Terrível

O Olho de Null!!!

Nós, aqui do CFEJ, recebemos informações exclusivas de como exterminar o vilão mais terrível que já deu as caras no colheita feliz: o famigerado “null”!

Segundo alguns, ele costuma apenas roubar a maioria dos jogadores, porém há relatos de que ele tenha ateado fogo em duas casinhas de cachorro e degolado algumas vacas, porcos e ovelhas… mas o pior de tudo é que cinco meninas de diversos pontos do Brasil, atualmente protegidas pelo estatuto da criança e do adolescente, insistem em afirmar que ele é o responsável pela avançado estado de gravidez em que se encontram!

Eu poderia contar o segredo de como matar null agora, mas qual seria a graça? Antes de revelar um dos segredos mais bem guardados da CF, vamos saber um pouco mais da história e da carreira dele, null, o cabra da peste ladrão safado sem-vergonha!

Não se sabe ao certo onde e quando ele nasceu, mas sua primeira aparição pública foi em 1978, num episódio do Sítio do Pica-pau Amarelo que foi proibido de ir ao ar pela censura por conter cenas muito violentas!
Nele, null inicialmente se alia à Cuca para roubar o sítio (coisa que desde cedo faz muito bem!), porém o burro que falava com a voz do José Mayer botou a boca no trombone e fez com que os bandidos tivessem que bater em retirada sob as dolorosas bodocadas de Pedrinho.
Revoltado, null decidiu nocautear sua aliada para roubar seu famoso caldeirão de poções mágicas.

Cuca desmaiada após ataque de null!

O plano não deu certo porque o caldeirão não passava de um tacho velho de latão que, por sinal, estava bem sujo (ou vocês acham que uma mulher-jacaré ia perder tempo lavando tacho?)!Brahma da garrafa marrom... a única que eu gosto!
Ainda assim null conseguiu vendê-lo por cem cruzeiros e, com esse dinheiro comprou um Kichute, umas revistas da EBAL, encheu a cara com guaraná Brahma da garrafa marrom,monstrinho creck ladrão! mas ficou revoltado mesmo quando foi comer uma bolacha creck-creck e descobriu que ela já vinha mordida pelo monstro!

Desestimulado pela concorrência cada vez mais forte e desleal, null passou o resto dos anos 80 e um pedaço dos 90 apenas fazendo pontas em novelas rurais e trabalhando com políticos, principalmente no Distrito Federal!

Ô filmezinho sem pé nem cabeça!

Sua grande chance surgiu em 1998, quando foi convidado para trabalhar com os astros Robert De Niro e Jean Reno no famoso “Ronin”, filme de ação ininterrupta onde null passa o tempo todo dentro da mala, aparecendo apenas brevemente nos segundos finais! Vocês não viu?
Sem dúvida deveria assistir essa atuação espetacular de null! Procure em sua locadora favorita e, se não encontrar, dê uma de null e baixe da internet mesmo!

Com o cachê milionário que embolsou, null voltou-se para a área de tecnologia e foi sócio da netlivre, uma mirabolante promessa de internet discada ilimitada: pagando uma merreca através de um boleto bancário, as pessoas poderiam (teoricamente) se conectar à vontade na internet. No início foi tudo uma maravilha, mas quando a coisa começou a crescer… era uma verdadeira batalha para se conseguir uma conexão! Milhares de boletos pagos e apenas poucas centenas de usuários conseguindo se conectar! Null colheu o dinheiro dos boletos pagos de sua conta para nunca mais reembolsar ninguém!

Mais recentemente parece que null reinventou a pirâmide, mas, quando a polícia descobriu, colocou a culpa toda em cima do Romário!

E agora, ao que tudo indica, o multimilionário null se associou à paymentez para trazer ao Brasil um joguinho sobre fazenda e colheita (suas especialidades desde o início), onde as pessoas pagam dinheiro de verdade em troca de umas tais “moedas verdes”… o envolvimento é tão descarado que para saciar sua sede de roubar e não perder a prática, null acessa os servidores do jogo e rouba diversos produtos das colheitas de pessoas por todo o país!

Os usuários estão desesperados com tantos roubos misteriosos e nem percebem que há um plano maior, muito maior, por trás de tudo isso…

O botão matador de null!

Enquanto você lia essa história, os programadores secretos do blog CFEJ instalaram silenciosamente em seu computador a única arma secreta capaz de eliminar o perigoso “null” para sempre de seu computador!
Nossos peritos em Fléshilverlait (uma linguagem de programação extremamente complexa!) inseriram um plug-in na sua lista de “Amigos da Fazenda”: se você apertar esse botão todas as vezes que iniciar o jogo CF, nunca mais… veja bem, NUNCA MAIS o perigoso null vai te incomodar!

Mas tomem cuidado, porque null não desiste fácil e, sem que você saiba, pode estar espreitando, buscando apenas o momento ideal para dar o bote e aí… aí já será tarde demais!


Deixando a ficção de lado:
“Null” é alguém novo na SUA colheita! Pode ser alguém que já estava em sua lista de amigos do Orkut que começou a jogar CF ou alguém que você tenha adicionado especificamente para isso: as duas listas não se “acertam” automaticamente e enquanto você não clicar no botão verde para adicionar essa pessoa, ela irá aparecer como “null” em qualquer interação que fizer com sua colheita… simples, não?

Da próxima vez que alguém enviar comentário falando alguma coisa do maldito “null”… vou mandar ler esta postagem dez vezes!

Obrigado pela atenção e um abraço!